Esta página foi escrita para quem tem o poder de veto: TI, segurança e compliance. Ela descreve exatamente para onde os documentos vão, o que é armazenado e o que a sua instituição controla.
O processamento sempre roda no servidor — nada roda na máquina do analista e não há plugin de Excel para aprovar na TI do banco. O que muda entre os níveis é onde esse servidor fica.
Cada campo extraído grava (documento, página, bounding box, texto bruto, confiança, timestamp, ação do analista). Correções nunca sobrescrevem — são adicionadas ao log. Esta é a trilha de auditoria que o seu compliance revisa.
Os documentos do cliente são usados para servir as suas extrações — nada além disso. Sem treinamento, sem agregação entre clientes.
Cada instituição roda em um workspace isolado, criptografado em trânsito e em repouso, com controle de acesso por função e políticas de retenção configuradas pelo seu admin.
Supervisores veem telemetria de uso — carga de trabalho, sinalizações de revisão, gasto — nunca os documentos subjacentes.
O nível de nuvem gerenciada roda na região de São Paulo. Onde dados cruzam fronteiras (ex.: inferência do modelo), isso é divulgado e controlável — incluindo opções totalmente no país.
Detecção e mascaramento de dados pessoais nos documentos enviados, DPA registrado, retenção configurável com expurgo automático e contato nomeado para assuntos de proteção de dados.
O painel de admin mostra, por conjunto de dados, onde os dados residem e se saem do Brasil — para o seu compliance auditar a residência em vez de confiar em um slide.
A preparação para SOC 2 Type II está no nosso roteiro, antes de implantações em escala bancária. A documentação de segurança — arquitetura, fluxos de dados e o design do log de citações — está disponível hoje para revisão do seu time de TI.
Preferimos responder às perguntas difíceis antes do piloto, não depois.
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